quinta-feira, 21 de novembro de 2013





O CASO BPN ARRASTA-SE NO TEMPO, SEM SOLUÇÃO À VISTA.
OS CULPADOS SÃO VÁRIOS.
OS PORTUGUESES PAGAM AS CONSEQUÊNCIAS.


O Estado somos todos nós, ninguém duvida, mas o Estado tem um “rosto", que corresponde ao dos nossos governantes. Quando os governantes, por incompetência, ou por razões que nos são alheias, tomam decisões que se reflectem negativamente na vida dos Portugueses, estes sofrem na pele o seu impacto.
Os cidadãos têm o direito de serem respeitados.
Os governantes têm o dever de saberem exercer as competências que lhe foram confiadas e que juraram cumprir.

domingo, 17 de novembro de 2013






http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3537405


João César das Neves emite, de forma sistemática, opiniões que além de serem controversas, nos levam a pensar que, do ponto de vista intelectual, há algo estranho que nos suscita uma série de interrogações:

Está a falar a sério?

Acredita no que diz? 

Está a gozar connosco?

Responda quem souber.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013





Pensavam que as propostas apresentadas eram para ir avante?
Enganaram-se, mas não se preocupem porque algumas serão cumpridas, ou não fossemos um grupo de mentes brilhantes. 
Retroactividade? Fora de questão. As vozes que nos criticam condenam essa prática, logo esforçámo-nos e conseguimos retirá-la da proposta inicial. Foi difícil, mas sempre que se coloca o interesse pessoal, em primeiro lugar, a luz surge e a as ideias ficam mais claras
Reparem, quem parte e reparte e não fica com a maior ou é burro ou não tem arte.
Como vêem quisemos fazer jus ao velho ditado.




sábado, 28 de setembro de 2013

SONHO




É bom sentir que gostam de nós
Sabe tão bem...
Crescemos e rejuvenescemos
Damos asas à imaginação
Voamos e pousamos quando, e onde queremos
Olhamos com outro olhar
Sonhamos, saboreamos
Sabe tão bem…
Conquistamos, mas damos espaço
Vivemos, sentimos e pensamos
Somos felizes.







Um pouco mais de azul 
Eu era mar
Um pouco mais de brilho 
Eu era a Lua
Reflectida num mar imenso de ternura
Um puco mais de verde 
Eu era a esperança
Que envolvia o teu desejo.





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Democracia Representativa





Vivemos numa democracia representativa e pluralista.
Dificilmente, será possível organizar a sociedade de outra forma, se queremos preservar a igualdade, a liberdade e a justiça, valores vitais para a sobrevivência do sistema. No entanto, percebemos e sentimos que, ao contrário do que seria expectável, a partidocracia instalou-se, acomodou-se e age ao arrepio destes valores. Ao olharmos para o panorama verificamos que estamos na presença daquilo a que, vulgarmente, alguns apelidam de um novo paradigma, mas que na maioria dos casos se traduz num modelo que pactua e premeia a incompetência e a inexperiência, que caracteriza aqueles, que rápida e facilmente chegam ao poder e desempenham cargos, que exigem grande conhecimento e responsabilidade.
O espectro político é diversificado e multifacetado. Da direita à esquerda, passando pelo centro, salvos raríssimas excepções, deparamo-nos com o a mediocridade, a hipocrisia e o clientelismo, em que os aparelhos partidários são dominados por “boys e girls” (estas em número, por enquanto, muito reduzido), cujo trabalho efetivo está ligado, por excelência, à vida partidária. A falta do conhecimento da realidade é notória, no entanto, atitudes mitigadas de arrogância e prepotência, são assumidas com veemência, como se fossem detentores da verdade.
Fazemos tudo para conquistar a democracia.
É fácil concluir que o novo paradigma apontado por alguns não satisfaz nem serve a democracia que queremos ver enraizada e aprofundada.
Na prática, muitos continuam a ignorar as regras: pressionam, manipulam, tentam influenciar e atraiçoam a sua consciência.
Fica a satisfação que nem todos se deixam enredar na teia de interesses e conseguem, por vontade própria, agir de forma coerente.
Não basta falar em democracia, é preciso praticá-la.