sexta-feira, 4 de outubro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
SONHO
É bom sentir
que gostam de nós
Sabe tão bem...
Crescemos e
rejuvenescemos
Damos asas à
imaginação
Voamos e
pousamos quando, e onde queremos
Olhamos com
outro olhar
Sonhamos,
saboreamos
Sabe tão bem…
Conquistamos,
mas damos espaço
Vivemos,
sentimos e pensamos
Somos felizes.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Democracia Representativa
Vivemos numa democracia
representativa e pluralista.
Dificilmente, será possível organizar a
sociedade de outra forma, se queremos preservar a igualdade, a liberdade e a
justiça, valores vitais para a sobrevivência do sistema. No entanto, percebemos
e sentimos que, ao contrário do que seria expectável, a partidocracia
instalou-se, acomodou-se e age ao arrepio destes valores. Ao olharmos para o
panorama verificamos que estamos na presença daquilo a que, vulgarmente, alguns
apelidam de um novo paradigma, mas que na maioria dos casos se traduz num
modelo que pactua e premeia a incompetência e a inexperiência, que caracteriza
aqueles, que rápida e facilmente chegam ao poder e desempenham cargos, que
exigem grande conhecimento e responsabilidade.
O espectro político é diversificado
e multifacetado. Da direita à esquerda, passando pelo centro, salvos raríssimas
excepções, deparamo-nos com o a mediocridade, a hipocrisia e o clientelismo, em
que os aparelhos partidários são dominados por “boys e girls” (estas em número, por enquanto, muito reduzido), cujo
trabalho efetivo está ligado, por excelência, à vida partidária. A falta do
conhecimento da realidade é notória, no entanto, atitudes mitigadas de
arrogância e prepotência, são assumidas com veemência, como se fossem detentores
da verdade.
Fazemos tudo para conquistar
a democracia.
É fácil concluir que o novo
paradigma apontado por alguns não satisfaz nem serve a democracia que queremos
ver enraizada e aprofundada.
Na prática, muitos continuam
a ignorar as regras: pressionam, manipulam, tentam influenciar e atraiçoam a
sua consciência.
Fica a satisfação que nem todos
se deixam enredar na teia de interesses e conseguem, por vontade própria, agir
de forma coerente.
Não
basta falar em democracia, é preciso praticá-la.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Espero que o TC não nos impeça de fazer tudo
"Temos
enfrentado muitas dificuldades para baixar esta despesa [do Estado]. Mas quero
garantir-vos que saberemos superar essas dificuldades. Não iremos pôr o País em
risco por causa dessas dificuldades. Se as melhores soluções não puderem ser
encontradas, encontraremos outras soluções que podem não ser tão melhores, mas
que resolvam os problemas", disse hoje o primeiro-ministro na intervenção
oficial na inauguração do Centro de Memória Forte S. João de Deus, em Bragança.
Como adjectivar as palavras proferidas por Sua Excelência, Passos Coelho, primeiro-ministro de Portugal? Cautelosas, ameaçadoras, ou apenas comoventes?
Repare-se no conteúdo. Por um lado, parece haver a percepção das dificuldades a enfrentar, mas por outo lado, a convicção de que se as melhores soluções não puderem ser adoptadas, outras, que poderão "não ser tão melhores", correrão o risco de se transfomarem na via a seguir.
Gosto, particularmente, da expressão, "não ser tão melhores", mas tenho alguma dificuldade em entender o que poderá estar em causa. A construção frásica é estranha.
Uma "ameaça" velada parece estar implícita, ou estarei enganada?
A reforma do Estado impõe-se, mas terá que corresponder a uma reestruturação efectiva do Estado, organizando-o de forma eficaz e eficiente.
A redução das despesas do Estado tem que ser feita, não à custa dos que vêem o seu rendimento disponível descer de forma drástica, não sacrificando e maltratando os que trabalharam e descontaram e auferem reformas, cujo valor, nem sempre permite viver com dignidade, mas através da coragem que permitirá, por certo, ir à raiz do problema.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
A justa causa de despedimento não está em causa
Interrogado se o novo regime de requalificação dos funcionários públicos pode ser considerado um "regime pouco justo", Santana Lopes admitiu que pode não ser "inteiramente justo".
Santana Lopes ao responder desta forma tem consciência plena que o regime de requalificação não é justo, as circunstâncias, porém, levam-no a dar esta resposta.
No fundo, sabe que o Estado continua a arcar com despesas para as quais não há justificação e, muito menos, compreensão.
A maioria dos deputados, a que se junta o beneplácito do Presidente da República, não representa de forma digna os cidadãos e não está disposta a abdicar dos privilégios, por ela criados, que se traduzem na manutenção de situações que escandalizam os Portugueses de bem, e demonstram claramente a falta de justiça e de equidade.
Era importante que Santana Lopes falasse nos cortes das pensões "douradas", no fim das reformas obtidas com pouco tempo de trabalho, nas subvenções, no peso financeiro das autarquias, etc, etc...
O Estado precisa de pessoas que reconheçam os erros e tenham uma visão oposta àquela que tem marcado a governação, em que o espírito de missão seja a tónica.
Santana Lopes ao responder desta forma tem consciência plena que o regime de requalificação não é justo, as circunstâncias, porém, levam-no a dar esta resposta.
No fundo, sabe que o Estado continua a arcar com despesas para as quais não há justificação e, muito menos, compreensão.
A maioria dos deputados, a que se junta o beneplácito do Presidente da República, não representa de forma digna os cidadãos e não está disposta a abdicar dos privilégios, por ela criados, que se traduzem na manutenção de situações que escandalizam os Portugueses de bem, e demonstram claramente a falta de justiça e de equidade.
Era importante que Santana Lopes falasse nos cortes das pensões "douradas", no fim das reformas obtidas com pouco tempo de trabalho, nas subvenções, no peso financeiro das autarquias, etc, etc...
O Estado precisa de pessoas que reconheçam os erros e tenham uma visão oposta àquela que tem marcado a governação, em que o espírito de missão seja a tónica.
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